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Notícias · Atividades do PNC  | 2025/26
Le Grand Bleu no Auditório Professor João Nunes

No dia 19 de janeiro de 2026, a convite dos alunos da turma 8º G, o auditório Professor João Nunes, AEPA,  recebeu as turmas de Francês  7ºG e I, 8ºH, 9º G e I para assistirem ao filme francês  Le Grand Bleu, de Luc Besson.
Este filme aborda, de forma profunda e poética, a relação do ser humano com o oceano e enquadra-se no âmbito do Projeto Azul, do qual a turma 8.º G faz parte.
A atividade foi planificada e dirigida pela professora Sílvia Carlos em parceria com a equipa do PNC e a preciosa colaboração dos professores acompanhes das turmas.
A exibição do filme Le Grand Bleu assume particular interesse pedagógico, permitindo sensibilizar os alunos da importância e valor do Oceano na sustentabilidade do Planeta Azul. O Oceano ocupa 70% da superfície do nosso Planeta, acolhendo nas suas águas milhões de espécies de seres vivos, produzindo uma parte significativa do oxigénio que respiramos, sendo um regulador da temperatura e um agente dinâmico no processo de equilíbrio natural do planeta. Estima-se que apenas 10% do Oceano é conhecido. Não obstante, o Oceano e a humanidade estão fortemente interligados, uma vez que o Oceano é fonte de vida. Conhecer e amar o Oceano para o respeitar na sua riqueza e diversidade, mais do que um dever, é um ato de inteligência necessário e imprescindível à nossa própria sobrevivência enquanto espécie.
Assi, para além de outras questões que o filme Le Grand Bleu nos dá a pensar, esta é sem dúvida uma mensagem que é importante passar: “SEM AZUL, NÃO HÁ VERDE”
(Sylvia Earle) 

​Ver trailer aqui
O Auditório Professor João Nunes enche-se de alegria, com o cinema de animação.

Na passada sexta-feira, dia 5 de dezembro, o auditório Professor João Nunes abriu as portas para receber, aproximadamente, 200 alunos do 1º ciclo, do 1º ao 4º ano, das escolas EB Dr. Joaquim de Barros e EB Anselmo Oliveira, do AEPA, e foi emocionante vê-los assistirem ao filme A vida Secreta dos nossos bichos (2016), de Chris Renaud, com um comportamento exemplar de verdadeiros espetadores de cinema. 
Foi mesmo uma alegria!
O filme passa-se num edifício de apartamentos em Manhattan onde habitam vários animais de estimação. Max é um pequeno cão que vive com sua dona Katie.
Um dia, Katie decide adotar Duke, um cão grande abandonado, preso num canil, e levá-lo para casa, mas Max não fica feliz com isso, porque sente ciúmes e sente a presença de Duke como uma invasão do seu território. É a partir daqui que uma aventura muito atribulada e divertida começa, dando-nos a pensar questões muito importantes como o valor da amizade, o respeito pela diferença, a importância do compromisso e da lealdade, a coragem, e tantas outras que desenharam na cara das crianças que assistiram ao filme um grande sorriso. 
No fim, a sensação foi: É tão bom ver cinema, juntos! Temos de repetir!
A equipa do PNC agradece a colaboração das professoras Ana Teresa Silva (coordenadora EB Anselmo de Oliveira) e Ana Almeida (coordenadora pedagógica do 1º ciclo da EB Dr. Joaquim de Barros).

​A equipa do PNC
Manuela Martins (coordenadora da equipa do PNC)

​Ver trailer aqui
Fotografia
Fotografia

Impressões do 12ºC sobre a curta-metragem “O leproso” baseada num conto de Miguel Torga 
(visualização a 26/11/2025)

Leonardo Melo

No meu ponto de vista, eu gostei do curta-metragem que narra o conto “O leproso” de Miguel Torga. Acho que foi descrita a falta de empatia e racionalidade das pessoas em grupo de uma forma impactante e trágica, particularmente, fiquei com alguma “pena” do Leproso, uma vez que foi morto de uma forma brutal. Também gostei da filmagem, que era demonstrada de uma forma solitária e melancólica.
 
António Pinheiro
A curta metragem "O leproso" de Miguel Torga, na minha opinião, é uma obra cinematográfica muito bem realizada com aspetos muito atuais, apesar do ano descrito no filme, que representa bem a sociedade da época e a crueldade da espécie humana.
 
Léa Deludet
Na minha opinião, a curta-metragem do conto: “O leproso”, de Miguel Torga, é uma curta-metragem muito bem feita e creio que retrata bastante bem a solidão que os habitantes desta aldeia, no Douro, fizeram o leproso sentir. A falta de sentimento dos habitantes para com o leproso, fizeram-me pensar no quão más as pessoas se podem tornar e no quão cruéis podem ser.
 
Bárbara Alves
A meu ver o filme “O Leproso” representa uma reflexão sobre o preconceito e a exclusão social. Esta história mostra como o medo do desconhecido afasta as pessoas e as torna mais irracionais.
 
Jacinto
Na minha opinião “O Leproso” não me despertou muito interesse, porém acho que representa bem a falta de empatia das pessoas e a não existência de racionalidade nas escolhas das pessoas.

João Marques
A meu ver, a curta metragem “O Leproso” demonstra de uma forma, honestamente, clara a natureza da condição no que toca o medo e como ele nos torna irracionais. O Homem considera-se um ser frio e racional, no entanto, quando perante o desconhecido, o medo apodera-se da razão e tornamo-nos selvagens e desmedidos.
 
M.ª Eduarda Palhano
No meu ponto de vista, eu gostei da adaptação do conto “O leproso” de Miguel Torga porque eu gostei de me aperceber como os leprosos, principalmente naquela altura, sofriam com a doença e como as pessoas os isolavam e os maltratavam.
 
João Diogo Grenho
“O leproso” de Miguel Torga é uma curta-metragem que mostra muito bem o que os seres humanos são capazes quando estão em grupo e como a raiva e o ódio trazem ao de cima o pior de nós. Na minha opinião, esta curta metragem mostra a condição humana.
 
M.ª Margarida Leão
A curta-metragem “O leproso” de Miguel Torga foi uma curta bem feita, pois conseguimos captar bem os sentimentos da personagem principal, a rejeição e o preconceito, assim como o lado mais instintivo dos humanos. É uma curta que conseguimos relacionar com a atualidade em muitos aspetos, pois o que não é conhecido é temido, e em caso de doenças o medo é um sentimento perigoso, pois faz-nos fazer coisas irracionais.
 
Sofia Manana
A curta-metragem, “O Leproso” de Miguel Torga, demonstra a falta de empatia dos outros habitantes para com o leproso e revelou o quão insensíveis as pessoas podem ser. Esta curta-metragem foi bem realizada de forma clara e concisa.
 
Beatriz Almeida
A curta metragem "Leproso" retrata a doença da lepra e faz-nos refletir sobre o egoísmo humano que leva a atos cruéis quando a própria sobrevivência está em risco.
 
Andreia Gomes
"O Leproso" é uma curta-metragem de Miguel Torga muito interessante, onde se demonstra a falta de sentimento na sociedade e como nos faz refletir sobre esse egoísmo. Esta curta-metragem tem uma boa cinematografia.
 
Inês Marques
Para mim, a curta-metragem O Leproso, inspirada no conto de Miguel Torga, está muito bem realizada e causa um grande impacto em quem a vê. A interpretação é notável, assim como a realização. Desde os efeitos e a maquilhagem até à própria interpretação do ator, tudo contribui para uma experiência cinematográfica muito intensa.
 
Matias Rebelo
“O Leproso”, de Miguel Torga, é uma obra que mostra o isolamento e o sofrimento do protagonista. Demonstra o preconceito da sociedade, que acaba por o condenar sem compaixão, afastando-o como se a sua doença anulasse a sua dignidade humana. A atitude coletiva revela medo e falta de empatia, evidenciando a exclusão social.
Fotografia
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Dia Mundial da Filosofia
 
No dia 20 de novembro a equipa do PNC convidou as turmas de Filosofia a assistirem ao filme USS Callister de Toby Haynes, da série Black Mirror, no auditório Professor João Nunes.
Deixamos aqui registados dois testemunhos:
 
“O filme USS Callister focou alguns dos problemas criados pela permanência do mundo virtual na sociedade, tanto em termos de substituição do trabalho em grupo e à discussão com os outros enquanto forma de construir proximidade, como enquanto forma de entretenimento. A dependência progressiva do virtual pode produzir formas de solipsismo que conduzem à dissolução do tecido social e `humanista, no que a humanidade significa de atenção ao outro e respeito pela sua liberdade e individualidade. 
O filme cumpriu então este propósito, de nos posicionar face ao mundo, apelando a que tomemos, sobre ele, uma posição crítica.”   
   Professora Helena Serrão

"Ao visionarmos o episódio USS Callister da série Black Mirror, acompanhamos Robert Daly, um programador inteligente e desprezado, que acaba por criar um universo virtual onde aprisiona cópias digitalizadas e conscientes dos seus colegas de trabalho, exercendo sobre estas cópias um controlo total.
Quando uma nova colaboradora Nanette também é clonada, vemos os clones digitais unirem-se para combater Daly, fazendo-nos questionar o poder, a ética e a consciência.
Se relacionarmos o episódio com o que estudámos em Filosofia, mais concretamente Descartes, vemos que o pensamento conhecido como “cogito” é inevitável, por não ser possível duvidar do próprio “cogito” – “Penso, logo existo”. E é aqui que surge uma questão: visto que os clones pensam e têm uma consciência, podemos dizer que existem? Além disso, somos também desafiados a refletir sobre a própria dúvida, sobre o que é real e o que é simulação, já que Descartes descreve a possibilidade de vivermos num “sonho” tão real que não nos apercebemos disso.
Pensamos que esta relação clara, entre o que analisámos na aula de Filosofia sobre o pensamento cartesiano e o episódio visionado, evidencia que as questões filosóficas são muito importantes e que por essa razão devem ser pensadas. Neste caso, convida-nos a pensar criticamente e questionar o que parece garantido, fazendo-nos analisar as consequências das nossas ações.
Em suma: o visionamento do episódio USS Callister foi muito relevante para aprimorar o nosso olhar crítico."
   Manuella Ferrari; Gabriela Gonzaga; Yuru Ma; Dhiana Silva – 11º D

Ver o trailer do filme aqui.
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Cinema consciencializador: os problemas da habitação, hoje!
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No dia 14 de novembro de 2025, os alunos de várias turmas do 11.º ano, da opção de Geografia A, assistiram ao filme En los Márgenes. 
A obra cinematográfica, de 2022, realizada por Juan Diego Botto, é um thriller e drama social que retrata a história de três pessoas que, ao longo de um único dia, descobrem que a solidariedade pode ser a melhor forma de sobrevivência em tempos de dificuldades económicas, em Espanha.
O filme aborda problemas muito presentes na nossa sociedade, como a impossibilidade de pagar a renda de casa, a dificuldade em conciliar o tempo dedicado à família e à profissão, a falta de alternativas para garantir a segurança das crianças enquanto se trabalha e a solidão. Tudo isso tem como objetivo consciencializar o público para realidades mais próximas de nós do que podemos imaginar.
No início, a maioria dos alunos não demonstrava grande interesse pelo filme, preferindo conversar com os colegas ou usar o telemóvel. Contudo, à medida que a história avançava, começaram a prestar mais atenção, chegando a reagir a vários momentos marcantes. No final, discutiam animadamente o impacto do filme e, inclusive, alguns alunos, comovidos com a mensagem, acabaram por chorar.

Isabella Gomes [11ºG]

Ver trailler aqui.
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5 de novembro, celebramos o Dia Mundial do Cinema
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O cinema tem um lugar especial na história da cultura e da expressão humana. A própria palavra “cinema” vem do termo “cinematógrafo”, onde “cine”, de origem grega, significa movimento, e “ágrafo” significa gravar. Esta capacidade de capturar o movimento transporta-nos para mundos que, de outra forma, seriam inalcançáveis, proporcionando uma vasta gama de emoções que nos tocam.
Além de entreter, o cinema educa e enriquece o nosso conhecimento, tornando-se uma poderosa ferramenta de transformação social e reflexão. Ao longo da história, o cinema tem-se empenhado em retratar emoções, sentimentos, visões, superstições e diversas contradições, sempre com um Único propósito: provocar a reflexão crítica sobre a condição humana, fomentar a empatia e inspirar mudanças sociais.
Nesta data especial, os que puderem aproveitem para “mergulhar” na magia da Sétima Arte e… vão ao cinema!
O Outro Par
Uma belíssima e comovente curta-metragem egípcia inspirada no jovem Gandhi. O Outro Par | The Other Pair (2014) é pura expressão poética, a curta-metragem do Egito, dirigido por Sarah Rozik e com roteiro de Mohammed Maher foi vencedor do Festival de Luxor, em 2014.
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Bruno de Almeida's THE DEBT, 25th anniversary restored edition.
​ vídeo aqui.
Joy Story: Joy & Heron
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Joy e a Garça, China, 2018, 4’
Constantin Paeplow, Kyra Buschor
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Curtas às Quartas está de volta à Biblioteca!

Teve início em 2024 e, de sessão em sessão, foi-se afirmando como um momento especial de partilha cinematográfica, culminando numa sessão com muita “animação”, no auditório da Escola Secundária Luís de Freitas Branco (atualmente, auditório João Nunes), em maio de 2025, que contou com a participação de 150 alunos, de várias turmas e níveis de ensino. A Biblioteca já não tinha espaço para acolher tantos, porque é lá que, todas as quartas quartas-feiras do mês, acolhemos duas turmas para ver e pensar as questões que os filmes nos lançam. O programa foi dedicado ao cinema de animação com a assinatura de criadores/realizadores portugueses, nomeadamente Abi Feijó (Fado Lusitano, 1994), José Miguel Ribeiro (A suspeita,1999; Viagem a Cabo Verde,2010), Regina Pessoa (História trágica com final feliz, 2005), Bruno Caetano (O peculiar crime do Sr. Jacinto, 2019), e os alunos gostaram muito.
Voltamos com a convicção de que este projeto de parceria do PNC com a Biblioteca é para continuar, por isso realizámos na passada quarta-feira, dia 22 de outubro, a primeira sessão do ano letivo 2025-2026, subordinada ao tema “A magia dos livros”. Convidámos as turmas 7º H e 9º B, e as professoras Cármen Godinho e Adelaide Dorropio para as acompanhar, e assistimos a três curtas-metragens.

"Os Fantásticos Livros Voadores do Sr. Morris Lessmore", um filme de animação de 2011, realizado e escrito por William Joyce e Brandon Oldenburg, vencedor do Óscar de melhor curta-metragem de animação, na edição de 2012.

“Meu Amigo Nietzsche”, uma curta-metragem de 2012, realizada por Fáuston da Silva, vencedor do prémio Youssef Chahin de melhor curta-metragem no Festival Internacional do Cairo.

“Majd e o Bibliotecário”, uma curta-metragem de 2021, realizada por Esfandiar Haji, Shahriar Ghatre.
Durante a sessão pudemos partilhar perspetivas e questões sobre dos filmes e realizar uma atividade sobre o que “um livro pode ser…”. 

No fim, aprendemos que os filmes podem convidar à leitura e que os livros podem inspirar filmes, podendo ser informativos, interessantes, divertidos, aborrecidos, agradáveis, inspiradores, assustadores, perigosos, entusiasmantes, emocionantes, um segundo mundo, um lugar de aprendizagens, o nosso professor, um alimento para a nossa imaginação, um amigo, uma viagem no tempo, uma experiência diferente, mágica, tocante, extraordinária…guardiões da memória da humanidade.
E foi assim que aconteceu.

Manuela Martins (coordenadora da equipa PNC-AEPA)
The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011)
Meu amigo Nietzsche (2012), Fauston Silva

QUE FUTURO PARA...
Na linha da exposição "Literacia Informacional e Mediática: Supercharged by AI" patente na Biblioteca da Escola Secundária Luís de Freitas Branco, dirigida aos alunos do ensino secundário, o PNC aePA convidou, no dia 26 de fevereiro, três turmas para assistirem a mais uma sessão das "Curtas às Quartas". Os filmes escolhidos foram duas curtas-metragens da série documental "The Future Of/ Que Futuro Para...(2022), em que especialistas nos desafiam a imaginar possibilidades revolucionárias, decorrentes das tendências emergentes da tecnologia associada à Inteligência Artificial, no mundo das relações afetivas, das apps de encontros e da moda; e uma curta-metragem da série documental Love, Death & Robots/ Amor, Morte e Robots (2019) intitulada "Quando o iogurte conquistou o mundo" que nos conta a história bizarra de como um iogurte extremamente inteligente, criado acidentalmente em laboratório, assume a liderança do mundo. Estas curtas-metragens permitirão refletir sobre problemas atuais que, no limite, nos lançam uma questão: Num mundo onde os extremos/extremismos parecem estar a ganhar força, velocidade e adesão, será que estamos, de facto, a fazer escolhas inteligentes, ou estamos só em busca de uma salvação que pode vir até de um iogurte? Fica a questão!
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No âmbito do programa de atividades traçado pelo PNC_aePA, foi exibido, a duas turmas, um documentário que versava as mutações que as novas tecnologias poderão operar no futuro.
No primeiro episódio da série documental “2077 – 10 Segundos para o Futuro”, intitulado “Mutação”, explora-se a rápida evolução tecnológica que se espera nas próximas décadas. A desmaterialização da tecnologia é destacada, com computadores a integrarem-se em objetos do quotidiano, como olhos e paredes. A nanotecnologia, a inteligência artificial, a fusão homem/máquina e os avanços na genética são apresentados como áreas-chave. Espera-se que a qualidade e a esperança média de vida aumentem significativamente, com o envelhecimento a ser retardado. Além disso, a possibilidade de escolher genes para os filhos e criar novas formas de vida é discutida. No entanto, surgem desafios éticos e existenciais, incluindo o impacto da ascensão das máquinas e o risco de extinção da humanidade.
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"AMOR GARANTIDO" foi o filme escolhido pela equipa do PNC para festejar o dia dos afetos ou dia de São Valentim.
Várias turmas, do 7º ao 11º ano,  acompanhadas pelos professores, deslocaram-se até ao auditório da Escola Luís de Freitas Branco, para assistirem a esta comédia romântica que nos lança várias questões sobre a natureza do amor e de como o encontrar.
​No fim, a avaliar pelos aplausos e entusiasmo dos alunos, concluímos que foi uma escolha muito afetiva!
A equipa do PNC aePA agradece a participação de todos.
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"Onde estava no 25 de Abril?"
A famosa pergunta repetida tantas vezes pelo jornalista Baptista Bastos voltou a ouvir- se na escola nos 50 anos da efeméride. Queríamos, através da nossa proposta voltar a sentir o pulsar da revolução, após meio século. Desta forma, empreendemos uma sequência de eventos, a constar.
- Entrevistas, em vídeo, realizadas por alunos e direcionadas a públicos de várias gerações;
- Divulgação dos depoimentos mais significativos, em sessão realizada no auditório Luís de Freitas Branco;
- Projeção do filme “ Capitães de Abril” + Quizz sobre marcos significativos da revolução.
O público-alvo aderiu com entusiasmo e em número muito significativo a todas as iniciativas, mostrando que passados 50 anos o 25 de abril não é apenas memória de um acontecimento histórico, mas um caminho de liberdade e de esperança no futuro.
O Plano Nacional de Cinema aePA agradece muito a colaboração e a participação de toda a comunidade educativa nas atividades realizadas.
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No dia 27 de novembro de 2024, na Biblioteca Escolar, teve lugar a segunda sessão das "Curtas às Quartas" com a apresentação do documentário de Mathias Théry , "ISAAC ASIMOV, UMA MENSAGEM PARA O FUTURO" (2022), o fundador da ficção científica moderna, que viu ontem o que somos hoje e nos espera amanhã.
Três turmas do ensino secundário (10º e 11º anos) assistiram com interesse e, no fim da sessão, deixaram, também,  mensagens para o futuro, apelando à união, à responsabilidade individual e coletiva, à necessária harmonia entre povos e nações, ao fim das guerras, à generosidade e atenção ao que realmente importa: a preservação de todas as formas de vida no planeta Terra. Referiram ainda a importância de cultivarmos a esperança, de acreditarmos no potencial da humanidade para fazer e escolher o bem, de cuidarmos uns dos outros, de protegermos os mais frágeis e de, como disse o aluno Matheus Passos do 11º I,  "nunca esquecermos que cada escolha que fazemos hoje, molda o caminho que encontraremos amanhã, pelo que devemos valorizar quem caminha ao nosso lado, cuidar da saúde mental e física, sem ter medo de mudar quando for necessário. A vida é feita de altos e baixos, mas o importante é sempre continuar a aprender, e crescer com essa aprendizagem. Por isso, seja gentil consigo mesmo nos dias difíceis e grato nos dias bons. O futuro não é um destino fixo, mas um reflexo das sementes que plantamos agora. Cultivem amor, perseverança e propósito".
Não há dúvida, se transformarmos em ações as mensagens partilhadas nesta sessão da "Curtas às Quartas", podemos dizer: há esperança no futuro!
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​O Plano Nacional de Cinema aePA, em parceria com a Biblioteca Escolar, apresentou como proposta para o ano lectivo 2024/25 o projecto Curtas às Quartas, que envolve a divulgação de curtas-metragens que abordem temas/problemas do Projeto Interdisciplinar de Cidadania e Desenvolvimento.
No dia 23 de outubro, a seleção recaiu no documentário Surfar por uma Nova Vida de Joshua Izenberg e Wynn Padula, onde a prática do surf foi crucial na recuperação  e superação de traumas  físicos e emocionais de veteranos de guerra.
Num segundo momento a professora Mafalda Lira, enquanto voluntária da associação Surf Addict, sensibilizou os alunos para a colaboração neste projecto de surf adaptado e falou da sua gratificante experiência.
​
Como resultado, o sentir dos alunos perante a problemática apresentada traduziu-se numa reflexão crítica, cujos testemunhos, do 10ºK e 9ºB, aqui partilhamos:
“ O surf ajuda-nos a abraçar a incerteza e a encontrar a calma no meio do caos”.
 “O documentário demonstra o poder transformador do surf, onde veteranos de guerra encontram no oceano o seu lugar de paz e acolhimento”.
 “ Eis como navegar nos desafios: tal como uma onda, a vida apresenta-nos momentos suaves e controláveis mas outros poderosos e assustadores”.
“ O sonhar com o amanhã, faz-nos ter mais vontade de viver hoje”.
“ O mar rejuvenesce a alma”.

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