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novembro | 2025
Impressões do 12ºC sobre a curta-metragem “O leproso” baseada num conto de Miguel Torga 
(visualização a 26/11/2025)

Leonardo Melo

No meu ponto de vista, eu gostei do curta-metragem que narra o conto “O leproso” de Miguel Torga. Acho que foi descrita a falta de empatia e racionalidade das pessoas em grupo de uma forma impactante e trágica, particularmente, fiquei com alguma “pena” do Leproso, uma vez que foi morto de uma forma brutal. Também gostei da filmagem, que era demonstrada de uma forma solitária e melancólica.
 
António Pinheiro
A curta metragem "O leproso" de Miguel Torga, na minha opinião, é uma obra cinematográfica muito bem realizada com aspetos muito atuais, apesar do ano descrito no filme, que representa bem a sociedade da época e a crueldade da espécie humana.
 
Léa Deludet
Na minha opinião, a curta-metragem do conto: “O leproso”, de Miguel Torga, é uma curta-metragem muito bem feita e creio que retrata bastante bem a solidão que os habitantes desta aldeia, no Douro, fizeram o leproso sentir. A falta de sentimento dos habitantes para com o leproso, fizeram-me pensar no quão más as pessoas se podem tornar e no quão cruéis podem ser.
 
Bárbara Alves
A meu ver o filme “O Leproso” representa uma reflexão sobre o preconceito e a exclusão social. Esta história mostra como o medo do desconhecido afasta as pessoas e as torna mais irracionais.
 
Jacinto
Na minha opinião “O Leproso” não me despertou muito interesse, porém acho que representa bem a falta de empatia das pessoas e a não existência de racionalidade nas escolhas das pessoas.

João Marques
A meu ver, a curta metragem “O Leproso” demonstra de uma forma, honestamente, clara a natureza da condição no que toca o medo e como ele nos torna irracionais. O Homem considera-se um ser frio e racional, no entanto, quando perante o desconhecido, o medo apodera-se da razão e tornamo-nos selvagens e desmedidos.
 
M.ª Eduarda Palhano
No meu ponto de vista, eu gostei da adaptação do conto “O leproso” de Miguel Torga porque eu gostei de me aperceber como os leprosos, principalmente naquela altura, sofriam com a doença e como as pessoas os isolavam e os maltratavam.
 
João Diogo Grenho
“O leproso” de Miguel Torga é uma curta-metragem que mostra muito bem o que os seres humanos são capazes quando estão em grupo e como a raiva e o ódio trazem ao de cima o pior de nós. Na minha opinião, esta curta metragem mostra a condição humana.
 
M.ª Margarida Leão
A curta-metragem “O leproso” de Miguel Torga foi uma curta bem feita, pois conseguimos captar bem os sentimentos da personagem principal, a rejeição e o preconceito, assim como o lado mais instintivo dos humanos. É uma curta que conseguimos relacionar com a atualidade em muitos aspetos, pois o que não é conhecido é temido, e em caso de doenças o medo é um sentimento perigoso, pois faz-nos fazer coisas irracionais.
 
Sofia Manana
A curta-metragem, “O Leproso” de Miguel Torga, demonstra a falta de empatia dos outros habitantes para com o leproso e revelou o quão insensíveis as pessoas podem ser. Esta curta-metragem foi bem realizada de forma clara e concisa.
 
Beatriz Almeida
A curta metragem "Leproso" retrata a doença da lepra e faz-nos refletir sobre o egoísmo humano que leva a atos cruéis quando a própria sobrevivência está em risco.
 
Andreia Gomes
"O Leproso" é uma curta-metragem de Miguel Torga muito interessante, onde se demonstra a falta de sentimento na sociedade e como nos faz refletir sobre esse egoísmo. Esta curta-metragem tem uma boa cinematografia.
 
Inês Marques
Para mim, a curta-metragem O Leproso, inspirada no conto de Miguel Torga, está muito bem realizada e causa um grande impacto em quem a vê. A interpretação é notável, assim como a realização. Desde os efeitos e a maquilhagem até à própria interpretação do ator, tudo contribui para uma experiência cinematográfica muito intensa.
 
Matias Rebelo
“O Leproso”, de Miguel Torga, é uma obra que mostra o isolamento e o sofrimento do protagonista. Demonstra o preconceito da sociedade, que acaba por o condenar sem compaixão, afastando-o como se a sua doença anulasse a sua dignidade humana. A atitude coletiva revela medo e falta de empatia, evidenciando a exclusão social.
Fotografia
Fotografia

Dia Mundial da Filosofia
 
No dia 20 de novembro a equipa do PNC convidou as turmas de Filosofia a assistirem ao filme USS Callister de Toby Haynes, da série Black Mirror, no auditório Professor João Nunes.
Deixamos aqui registados dois testemunhos:
 
“O filme USS Callister focou alguns dos problemas criados pela permanência do mundo virtual na sociedade, tanto em termos de substituição do trabalho em grupo e à discussão com os outros enquanto forma de construir proximidade, como enquanto forma de entretenimento. A dependência progressiva do virtual pode produzir formas de solipsismo que conduzem à dissolução do tecido social e `humanista, no que a humanidade significa de atenção ao outro e respeito pela sua liberdade e individualidade. 
O filme cumpriu então este propósito, de nos posicionar face ao mundo, apelando a que tomemos, sobre ele, uma posição crítica.”   
   Professora Helena Serrão

"Ao visionarmos o episódio USS Callister da série Black Mirror, acompanhamos Robert Daly, um programador inteligente e desprezado, que acaba por criar um universo virtual onde aprisiona cópias digitalizadas e conscientes dos seus colegas de trabalho, exercendo sobre estas cópias um controlo total.
Quando uma nova colaboradora Nanette também é clonada, vemos os clones digitais unirem-se para combater Daly, fazendo-nos questionar o poder, a ética e a consciência.
Se relacionarmos o episódio com o que estudámos em Filosofia, mais concretamente Descartes, vemos que o pensamento conhecido como “cogito” é inevitável, por não ser possível duvidar do próprio “cogito” – “Penso, logo existo”. E é aqui que surge uma questão: visto que os clones pensam e têm uma consciência, podemos dizer que existem? Além disso, somos também desafiados a refletir sobre a própria dúvida, sobre o que é real e o que é simulação, já que Descartes descreve a possibilidade de vivermos num “sonho” tão real que não nos apercebemos disso.
Pensamos que esta relação clara, entre o que analisámos na aula de Filosofia sobre o pensamento cartesiano e o episódio visionado, evidencia que as questões filosóficas são muito importantes e que por essa razão devem ser pensadas. Neste caso, convida-nos a pensar criticamente e questionar o que parece garantido, fazendo-nos analisar as consequências das nossas ações.
Em suma: o visionamento do episódio USS Callister foi muito relevante para aprimorar o nosso olhar crítico."
   Manuella Ferrari; Gabriela Gonzaga; Yuru Ma; Dhiana Silva – 11º D

Ver o trailer do filme aqui.
Fotografia

Cinema consciencializador: os problemas da habitação, hoje!
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No dia 14 de novembro de 2025, os alunos de várias turmas do 11.º ano, da opção de Geografia A, assistiram ao filme En los Márgenes. 
A obra cinematográfica, de 2022, realizada por Juan Diego Botto, é um thriller e drama social que retrata a história de três pessoas que, ao longo de um único dia, descobrem que a solidariedade pode ser a melhor forma de sobrevivência em tempos de dificuldades económicas, em Espanha.
O filme aborda problemas muito presentes na nossa sociedade, como a impossibilidade de pagar a renda de casa, a dificuldade em conciliar o tempo dedicado à família e à profissão, a falta de alternativas para garantir a segurança das crianças enquanto se trabalha e a solidão. Tudo isso tem como objetivo consciencializar o público para realidades mais próximas de nós do que podemos imaginar.
No início, a maioria dos alunos não demonstrava grande interesse pelo filme, preferindo conversar com os colegas ou usar o telemóvel. Contudo, à medida que a história avançava, começaram a prestar mais atenção, chegando a reagir a vários momentos marcantes. No final, discutiam animadamente o impacto do filme e, inclusive, alguns alunos, comovidos com a mensagem, acabaram por chorar.

Isabella Gomes [11ºG]

Ver trailler aqui.
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